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"Quem indica" é um ativo profissional. Você tem QI?

Os relacionamentos construídos a partir da história profissional podem ser ativos ou passivos de nossa marca pessoal.





Todos nós sabemos que a qualidade dos relacionamentos que construímos pode nos levar à prosperidade. E também ao bem-estar e sucesso dos que estão ao redor. Mas será que estamos atentos ao quanto estamos nos capitalizando ou perdendo patrimônio relacional, quando se trata de nossas atitudes diárias?


Se relacionamentos profissionais, ou networking, é capital, ou seja, é ativo intangível com potencial de gerar riqueza, a pergunta é: estamos preparados para administrá-lo? Temos ferramentas para isso?


Construímos e usamos nosso capital social para tudo que é vital em nossas vidas. Seja a felicidade ao reunir a família para um almoço de domingo, seja a satisfação de vitória ao conseguir sair do desemprego ou obter um cliente que vira a chave do negócio. O Bicho homem construiu a civilização assim e continuará avançando graças a isso.


É muito frequente as pessoas torcerem o nariz: "Ah, esse conseguiu o emprego porque conhece fulano". Ou "aquele tomou meu cliente por que é amigo do dono da empresa". Como se o "quem indica" fosse uma trapaça.


Compadre ou semeador?


O "compadrismo" é comum sim, mas não se sustenta. Afinal aquela pessoa que você conhece precisa ter competência e reputação para agregar no seu negócio ou projeto de vida. Conhecê-la é condição necessária, porém insuficiente para que oportunidades sejam criadas e aproveitadas por ambos os lados.


Então, alguém que deseje aumentar suas oportunidades profissionais e pessoais tem fazer como um semeador. Ele planta, cuida da lavoura e colhe mais do que plantou, distribuindo as sementes excedentes para que outros semeiem, e assim sucessivamente.


Ou seja, é um ativo que se gerido corretamente, não é dividido, e sim multiplicado. E o segredo é sobre quantas novas relações produtivas e benéficas conseguimos construir, e também sobre como administramos seu valor para que agreguem cada vez mais para quem está ao nosso redor.


Acreditamos que o gesto de colaborar voluntariamente faz com que esse ativo ganhe valor. E que comportamentos ruins se transformam em passivos pessoais intangíveis.


Ir além do Job Discription


É fácil comprovar. Geralmente pessoas que se comportaram mal no trabalho tem dificuldade para obter referencias em uma próxima contratação. Pessoas que se dispõem a ajudar mesmo não estando no seu job discription tendem a galgar posições mais importantes dentro de uma organização.


E ajudar também abre portas. Participar de ações voluntárias faz você conhecer pessoas novas. O voluntariado deixa as pessoas predispostas a novas relações construtivas, fortuitas: a verdadeira serendipidade. Ajudar uma pessoa que precisa de suas expertises em troca de apenas um "muito obrigado" faz com que você jamais seja esquecido. Sua marca pessoal ganha valor.


Aqui a abordagem para a colaboração é sim pragmática. Não se trata de uma visão religiosa. Colaborar é prosperar ajudando a prosperar.


Para atingir seus objetivos você precisa das pessoas certas. Se seus objetivos mirarem no bem comum, mais pessoas certas estarão no seu caminho para te ajudar.


Kolabe, nossa plataforma, tem esse objetivo: criar encontros fortuitos de pessoas que, em se ajudando, se enriquecem material e espiritualmente.


Em breve a inteligência artificial da plataforma irá contribuir para esses encontros. Aguarde!

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